Dicas de Prosperidade 24: Quando desistir? – Parte 1

Eu sei que este post vai ser um pouco estranho, mas, sim, há momentos em que é necessário a pessoa pensar se é realmente necessário persistir ou desistir.

E este dilema acaba sendo muito presente em nossas vidas todos os dias , pois hoje vivemos em uma sociedade em que temos um  excesso de otimismo e isto pode ser muito, mas muito complicado para muitos.

E quais são os possíveis exemplos de dilemars ? Podemos listar alguns :

  1. Dívida antiga, seja você o credor ou devedor
  2. Ação na justiça, cuja causa, se ganha, não vai lhe acrescentar nada ou brigas e picuinhas sem sentido com outras pessoas
  3. Promessa ou projeto com vários anos de prometido e nunca cumprido
  4. Relação desgastada, com mais dor do que amor
  5. Negócio falido, que você insiste em manter
  6. Máquinas, equipamentos, móveis, eletrodomésticos e eletrônicos encostados, com a promessa de que um dia vai consertar ou mandar arrumar
  7. Plano, projeto, promessa, resolução de ano novo ou qualquer outra decisão que tomou no passado e ainda não deu início a ação

Com toda certeza são somente alguns exemplos e não cobrem toda as possibilidades mas garanto que boa parte das pessoas vai se identificar pelo menos com alguns destes.

Desistir ou persistir não é algo fácil, mas ao mesmo tempo é necessário. Manter problemas que não foram resolvidos ou pelo menos processados no cérebro lhe tornam menos efetivo pois recursos e mais recursos de seu cérebro estarão sendo consumidos. E estes recursos poderiam estar sendo utilizados para coisas muito mais interessante e que lhe trariam resultados interessantes.

Este é um princípio de organização pessoal. E é um princípio de prosperidade. Ficar com problemas presos pode lhe dar uma sensação de ser incapaz de resolver seus problemas e com isto, você se tornar alguém amargo pois nada anda.

E resolver os problemas, ou pelo menos aceitá-los irá lhe dar uma sensação melhor lhe dando condições de seguir melhor com a vida e ser mais feliz.

Para ajudar vamos discutir alguns poréns do que citamos aqui até agora. E acho que isto muito ajudará diversas pessoas.

Dívida antiga, seja você o credor ou devedor  – qual atitude tomar ?

Uma coisa é certa, há dois lados em toda moeda. No momento em que há uma dívida há a pessoa que deve e a pessoa que quer receber.  Portanto, vamos lá.

Caso você seja o credor, ou seja, o cara que emprestou o dinheiro sempe leve em conta uma coisa. Mal pagador acaba sendo sempre mal pagador e o bom pagador, sempre será bom pagador. Ou seja, se alguém teve deve dinheiro a muito tempo, principalmente a mais de um ano as chances de você receber este montante são quase inexistentes, ou seja, faça igual banco, coloque isto como perda.

O que você deve fazer neste caso é agir como instituições financeiras e ser muito cauteloso nas próximas vezes em que for emprestador o seu dinheiro evitando outras perdas deste tipo.

Ficar remoendo este acontecimento contando com este dinheiro não lhe fará bem e nem lhe trará nenhum ganho. Considere isto como perdido, siga a vida e use o tempo que agora não está gastando com a preocupação relacionada a dívida em criar modos de recuperar este dinheiro perdido, seja com trabalho ou até, investimentos.

Quem deve realmente passa por problemas, ou por desorganização ou por algum evento como desemprego. Se você foi capaz de tirar este dinheiro de sua conta é porque ele não lhe fará tanta falta e você será capaz sim de ganhar mais.
Agora  … temos o outro lado né ? Se o inverso ocorre e você deve a alguém o melhor a fazer sempre é pagar. Sim, honrar seus compromissos lhe fará uma pessoa mais feliz, mais leve e com toda certeza, com mais respeito próprio. Em geral, o devedor sempre tem como primeira resposta que não tem dinheiro para pagar suas dívidas.

Mas infelizmente boa parte de nós tem sim dinheiro para pagar nossas dívidas, só acabamos por nos perder no consumismo e comprar muito mais do que deveríamos.

Passeis, bebida, reforma de casa, lances na rua ou almoços etc, acabam por comer nosso dinheiro pois são pequenas despesas que no final se tornam enormes despesas, forçando-nos a não pagar algumas dívidas.

E ser mal pagador não é bom. Você pode quebrar este ciclo ou aceitar que não consegue arcar com este tipo de responsabilidade. Evite crediários, cartão de crédito, cheque especial. Como fazer isto ? Vá ao seu banco e peça a ‘eliminação destes limites’ de sua conta corrente. Com isto pelo menos parará de dever a bancos que são credores bem cruéis na maioria das vezes

Seu papel será quase igual de uma pessoa viciada em drogas. Um exercício diário. E com isto ganhará pelo menos consciência tranquila.

Ação na justiça, cuja causa, se ganha, não vai lhe acrescentar nada

Esta é algo muito comum hoje em tempos que as pessoas não aceitam críticas e acabam por entender tudo como ameaça ou ofensa. Sim, ajuizar ou gastar energia com ações judiciais desnecessárias, ou por simples vingança pode lhe custar muito dinheiro.

Diversas pessoas tem o hábito de ficar caçando brigas. Alguns produtores de conteúdo, por exemplo, ficam a todo momento caçando provas por exemplo de pirataria dos seus produtos e geram tanta despesa, tanto trabalho para recolher provas, que, mesmo que ganhem as ações, podem não cobrir todos os custos.

Ou até ficar com elefantes brancos como móveis, televisores, etc.

Já pensou que bomba ter que ficar vendendo isto após pegar. Ou até ter que doar porque não vai conseguir vender ?

Por isto, pense. Você pode esatar se tornando pequeno por causas judiciais que não valem a pena. Sempre que for entrar em uma briga deste tipo pense. Vale a pena ? Se eu ganhar esta causa, realmente vou ter alguma mudança na minha vida ? Será que isto não é pura vingança mesquinha porque meu ego foi mexido ?

Pense sempre nisto, e evite gastar energia desnecessária. Pode ser esta energia que pode lhe evitar maiores problemas.

 

E no próximo post iremos discutir mais um pouco sobre o momento de desistir e o momento de persistir.

Imagem via Pixabay